
O conceito de psicopatia é de grande importância para a sociedade em geral, tal como para a psicologia forense, neuropsicologia e, especialmente, psiquiatria devido ao alto grau de atividades antissociais e criminosas associadas a este transtorno. No entanto, a definição exata do conceito, bem como a melhor medição para este continua a ser uma área de debate (e. g. Douglas, & Hart, 2016, cit. in Weidacker, O'Farrell, Gray, Johnston, & Snowden, 2017). A psicopatia tem então sido definida como um distúrbio de personalidade em que o indivíduo em questão exibe um comportamento antissocial evidente, bem como outros traços de personalidade, interpessoais, afetivos e comportamentais únicos Blair, Mitchell, & Blair, 2005; Cleckley, 1976; Hare, 1996, cit. in Cigna, Guay, & Renaud, 2017), como falta de empatia, falta de ressentimento, insensibilidade superficial, baixa tolerância à frustração ou agressão e manipulação de outros (Viding, 2004, cit. in Perez, 2012), e é caracterizada em parte por respostas emocionais superficiais e impulsividade, (Cleckley, 1941; Hare, 1996, cit. in Anderson & Kiehl, 2014) sendo esta última uma característica fundamental de um psicopata (Weidacker, O'Farrell, Gray, Johnston, & Snowden, 2017).
Page Count:
52
Publication Date:
2018-09-18
ISBN-10:
1727454812
ISBN-13:
9781727454819
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